Mês: agosto 2014

FINANÇAS PESSOAIS: COMO CLASSIFICAR UM ATIVO ou PASSIVO

Muito se discute sobre oportunidade de investimento, como investir, em que investir.

Em finanças pessoais nem sempre ter grandes somas de recursos investidos em bens ou direitos significa dizer que tudo que você possui representa ativos.

O texto reproduzido a seguir, foi extraído em 08/08/2014, do site: http://vidaefinancas.blogspot.com.br/2009/01/ativo-e-passivo.html,

Os bens que possuímos podem ser subdivididos em duas categorias, ou eles são ativos ou passivos. Classificá-los requer que entendamos as suas diferenças quanto à capacidade de eles reverterem ou não alguma renda para seus donos. Após sabermos discernir dentre os nossos bens quais nos retornam dinheiro e quais nos dão prejuízos financeiros, seremos capazes de direcionar melhor os nossos gastos.

Passivo é tudo aquilo que não gera nenhuma renda ou se valoriza significativamente, de forma que possa ser vendido por um preço mais caro do que o comprado, revertendo estas diferenças de valores em lucro. Então podemos considerar passivo um bem que não seja capaz de reverter uma porcentagem do seu valor em renda para o seu proprietário. Na maioria das vezes este tipo de posse, além de não aumentar sua riqueza, ainda ajuda a diminuí-la, pois requer, de tempos em tempos, aportes do seu capital.

Ativo é algo que faz o dinheiro trabalhar por seu dono, que retorna lucro ou dividendos, gerando aumento de renda para o seu proprietário. Podemos entender, então, que, quanto mais ativo possuímos, maior será nossa remuneração no fim das contas.

Alguns exemplos de passivos e ativos para melhor entendimento:

Passivo:
Eletrodoméstico, computador pessoal, moto, carro, jet-ski,lancha… Ou seja, qualquer coisa que requer uma parte da sua renda, para pagar impostos (IPVA, por exemplo), para sua manutenção ou, além disso, ainda vai se desvalorizando com o passar do tempo.

Ativo:
Cotas de um fundo de investimento, papéis do Tesouro, ações, imóveis destinados ao aluguel ou qualquer outra coisa em que quando aplicado o dinheiro retorne lucro com o passar do tempo.
Como pode ser percebido, estas definições e exemplos ajudam a rotularmos bens entre ativos e passivos, mas não são exatas a ponto de nos dar total certeza em alguns casos. Isto porque tais definições são relativas e dependem de pessoa para pessoa e para o fim em que elas empregam os seus bens. Por exemplo, para a maior parte da população um automóvel é considerado um passivo, mas para alguém que seja dono de uma locadora de carros, este mesmo bem é um gerador de renda, um ativo.

SIMPLIFICANDO:
O ativo coloca dinheiro no bolso, enquanto o passivo retira do dinheiro do bolso.

 Reflita: sua casa é um ativo ou um passivo?

Muitas pessoas têm o sonho da casa própria e afirmam que seu maior bem é o imóvel que habita. Cuidado com tal pensamento, na verdade, sua casa é um dos seus maiores passivos, pois é para ela que se direciona a fundo perdido (sem perspectiva de retorno) boa parte da sua renda.

Um imóvel só pode ser considerado um ativo quando este estiver sendo utilizado para locação ou algum outro fim que o torne capaz de aumentar a riqueza do seu proprietário.

Ao ter que o seu maior bem ou a maioria das suas posses são passivos, você estará condenado à eterna sina de trabalhar pelo dinheiro.

Na atual sociedade, temos que pessoas detentoras de mais ativos tendem a se destacar financeiramente das demais. Por isso a idéia a ser perseguida é que uma parte da sua renda seja destinada à aquisição de ativos, para que sejam criadas e, aos poucos, amplificadas suas reservas de capital. Ir acumulando ativos com o passar do tempo, sem que para isso tenha que se privar de viver o hoje em detrimento do amanhã, ou seja, sem reduzir o nível de vida e o consumo por conta deste acúmulo monetário.

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CONTABILIDADE GERENCIAL PARA TOMADA DE DECISÕES

PRECIFICAÇÃO – É um equívoco  utilizar o custo do produto, adicionando uma margem de lucro a esse custo para determinar qual o preço “justo” a ser cobrado, sem levar em consideração se o mercado está disposto a comprar o produto por esse preço. A ideia de um preço único e “justo” restringe em muito o desempenho da empresa. Não devemos usar o conceito errôneo de custo do produto para estipular preços. Na verdade, não deveríamos usar os dados internos da empresa, estrutura de custo, como único parâmetro de definição de preços. Deve-se sim, escutar o mercado e precificar os produtos de acordo com as percepções de valor dos consumidores. Em outras palavras, a contabilidade gerencial deve dizer se vale a pena produzir e vender os produtos a preços e volumes definidos com base na estrutura de custos da empresa.

SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE PLANO DE NEGÓCIO E PROJETOS

Há muito mais semelhanças do que diferenças entre um plano de negócio e um projeto. As diferenças se limitam ao fato de um projeto nem sempre representar um plano de negócio; já a elaboração de um plano negócio prescinde da elaboração de um ou vários projetos.

Tomamos como exemplo a decisão de se elaborar um plano de negócio para implantar uma unidade industrial. As peças mínimas que comporão esse plano são: projeto de estudo de impactos ambientais, projeto arquitetônico, projeto elétrico, projeto de prevenção e combate a incêndio, projeto de instalação da planta industrial, orçamentos, entre outros. Por último, e talvez o mais importante, o estudo de viabilidade econômica e financeira.

Numa definição mais simplista, podemos afirmar que um projeto é uma versão reduzida ou parte de um plano de negócio. Já este envolve aspectos de maior complexidade desde sua concepção até a decisão final de sua implementação ou não.

Com o intuito de ilustrar e enriquecer nosso ponto de vista, deixamos como sugestão de leitura um artigo escrito pelo pequeno investidor português Nuno Casimiro,  publicado em 06/07/2011.

SUGESTÃO DE LEITURA: Plano de negócios versus projecto de investimento