Blog da GEMP

CRIANDO RIQUEZA: Fuja das ciladas dos bancos

Quem investe quer ganhar dinheiro, certo? Claro! Mas você já deve ter percebido que não é na poupança que a multiplicação do dinheiro vai acontecer. E digo isso porque para ganhar realmente dinheiro é preciso estudar e ter planejamento.

Engana-se, entretanto, quem acredita que basta conversar com o gerente do banco para que tudo se resolva. Ele até pode ajudar, mas lembre de que trabalha para o banco e tem metas a cumprir.

A saída é aprender você mesmo a investir e a ficar mais rico a cada dia. Sei que isso não acontece da noite para o dia, mas tudo deve ter um começo. Será necessário ler bastante a respeito e compreender a sua situação financeira antes de decidir qual o melhor caminho.

Conheça o que o gerente vai lhe vender
Algumas aplicações muito oferecidas pelos gerentes são verdadeiros micos e devem ser evitadas a qualquer custo. Descrevemos aqui três delas para que você fique de olho:

  • Títulos de (des) capitalização
    Acredite, o título de capitalização é o pior investimento que você pode fazer; trata-se de um verdadeiro jogo de azar, ou melhor, uma mistura de bolão com loteria. Bolão porque uma parte de seu dinheiro será usada para pagar pela administração do dinheiro de todos que compraram os títulos e uma parte será usada para premiar o sorteado. Loteria por causa dos sorteios.
  • Previdência Privada
    Os planos de previdência também têm pegadinhas a serem evitadas. Eles têm custos maiores do que outros tipos de aplicações, pois têm altas taxas de administração e estão entre os produtos que dão maiores lucros para os bancos. Tais planos são interessantes apenas para alguns casos específicos, mas são vendidos pelos bancos como se fossem bons para todos os clientes. Na verdade, quanto mais dinheiro você aplica, maior a rentabilidade. No entanto, mesmo quem tem mais de R$ 500 mil para investir em um plano de previdência não tem acumulado bons retornos.
  • Poupança
    Abrir uma conta poupança é, muitas vezes, a primeira decisão dos investidores iniciantes. O investimento tem baixo risco e fácil aplicação, mas os rendimentos atualmente têm sido inferiores a 8% ao ano. E isso deve ser levado em conta na hora de investir seu dinheiro. Entenda que o rendimento será insuficiente para compensar a inflação e não proporcionará lucro algum para os investidores.

Começar a investir não deve ser algo que traga medo. É preciso ter confiança para ganhar dinheiro. Lembre-se sempre de que construir riqueza depende apenas de você! Investigue as aplicações e trace uma estratégia para as suas finanças. Ninguém vai cuidar tão bem do seu dinheiro quanto você.

FONTE: Criando Riqueza – consulta feita em 17/05/2016

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PARA QUE SERVEM OS ANALISTAS?

Estava eu revendo uma reportagem publicada na Revista Exame (Edição nº 932, Ano 42, de 03/12/2008), na qual o autor, referindo-se aos analistas de investimentos, questionava em que os grandes investidores se baseiam para escolher onde investir. Naquela edição, o autor já discutia as previsões feitas pelos analistas de plantão e que não vinham se concretizando. Veja resumo transcrito a seguir:

“Parece que foi ontem, num passado distante, mas há apenas seis meses uma espécie de euforia coletiva tomou conta do mercado acionário brasileiro. Para a premiada equipe de análise do banco de investimento UBS Pactual, as ações de empresas brasileiras eram uma pechincha em maio de 2008. As razões para tanto otimismo eram de uma clareza científica. As economias de países emergentes, como se sabia, descolavam-se do desempenho dos países ricos. O Brasil havia acabado de receber o tão sonhado selo de país com grau de investimento, e o investidor estrangeiro invadiria a bolsa local na nova fase. A expansão do crédito garantia dinheiro a todos, dos compradores de carros àqueles que financiavam seu primeiro apartamento. O futuro, portanto, sorria para a bolsa brasileira. O UBS Pactual, então, cravou sua previsão para o fim do ano. O índice Bovespa, que reúne as principais empresas do país e estava em seu recorde histórico, de 70.000 pontos”.

A reportagem revela comportamentos duvidosos de analistas quando recomendam portfólio de ações a seus clientes, muitas vezes tendo por trás interesses escusos para beneficiar grupos e/ou empresas em detrimento do seu próprio cliente. No caso brasileiro, tomando-se como exemplo o índice Bovespa, há uma disparidade gigantesca entre a maioria das previsões e a situação atual – veja que em 20/11/2015, a Bovespa apresenta uma pontuação pouco superior a 28.000 pontos. Esse número por si só revela o imenso equívoco entre as previsões e a vida real, talvez por deixar de considerar algumas variáveis importantes, ou até mesmo por não ter como enxergar alguns movimentos, como a alteração da matriz energética, questões políticas, entre outros.

No tocante à volatilidade das bolsas, o que aconteceu? Atualmente muito se discute sobre o preço do barril de petróleo: o que vem ocorrendo? Oferta em excesso? Alteração da matriz energética com a busca por fontes alternativas de energia? Redução do consumo? Será que as bolsas não estariam contaminadas com a concentração de ações de empresas ligadas à cadeia do petróleo e, portanto, numa commodity que só tem puxado para baixo?

Quais variáveis foram esquecidas, então? As previsões feitas por analistas são confiáveis? Os fatores que podem afetar fluxos de caixa futuros das empresas são avaliados corretamente?

Fica aqui nossas considerações e dúvidas sobre o assunto, com a recomendação de que o empreendedor ou investidor não deve acreditar em indicações de analistas sem antes conferir o que foi dito ou feito anteriormente e, ainda, não desprezar a capacidade intuitiva, conhecimento empírico, como uma variável importante.

Leia íntegra da matéria citada (Revista Exame, Edição nº 932, Ano 42, de 03/12/2008):
http://baixenetreload.blogspot.com.br/2008/12/download-baixar-revista-exame-edicao.html

Paixão por empreender

Hoje vamos abordar o tema “Empreendedorismo”. Há uma diversidade muito grande de autores que tratam desse tema, porém cabe a nós, leitores, fazermos um filtro e tentarmos assimilar aquelas definições que mais tenham afinidade com a forma que cada um pensa sobre o tema.

O escritor Argentino Andy Freire em seu livro “PAIXÃO POR EMPREENDEER – Como colocar suas ideias em prática”, traduzido por Maria José Cyhlar Monteiro, Editora Campus, apresenta o que denominou de “ONZE CONDIÇÕES DETERMINANTES COMUNS AOS EMPREENDEDORES”.

Segundo o autor, embora apresentem tantos perfis diferentes, há onze elementos comuns aos grandes empreendedores (e suas iniciais formam a palavra “Empreendedor”):

1) Emancipação: mais de 60% dos grandes empreendedores dizem que a busca da liberdade e da independência é o que os motiva a empreender.
2) Moderação na ambição por dinheiro: paradoxalmente, a maioria dos estudos mostra que apenas 20% dos empreendedores consideram que o dinheiro é sua principal motivação. A grande maioria vê o dinheiro como uma consequência inevitável do empreendimento bem-sucedido, e não como um objetivo.
3) Paixão: empreender é dedicar mente, corpo e alma ao projeto durante todo o tempo, embora isso possa afetar um pouco as amizades e as relações familiares.
4) Resultados: os grandes empreendedores sonham, mas principalmente fazem, fazem e fazem. Muitos deles têm grande capacidade intelectual, mas seu foco é sempre o de alcançar resultados concretos.
5) Espiritualidade: os grandes empreendedores costumam combinar suas atividades profissionais com um profundo trabalho com eles mesmos. Vi uma correlação positiva entre o sucesso dos empreendedores e seu trabalho emocional e espiritual para se conhecer e se aprimorar como pessoas.
6) Noviciado (atitude do aprendiz): embora isso possa surpreender muitas pessoas, os grandes empreendedores mostram grande humildade e uma vontade permanente de aprender. Costumam ser o oposto do “sabichão”, que acredita dominar o conhecimento humano.
7) Deleita-se com o caminho: os grandes empreendedores encontram um curioso equilíbrio entre a dureza da superação dos obstáculos e o prazer e o humor de desfrutar de cada passo dado.
8) Êxitos compartilhados: os grandes empreendedores sempre veem os integrantes de suas equipes como parceiros e buscam formas de dividir com eles o valor criado.
9) Determinação: os grandes empreendedores se dão o tempo necessário à tomada de decisões, mas, quando as tomam, mostram grande segurança e firmeza em suas ações.
10) Otimismo e sonhos: todos têm uma clara visão e uma esperança sobre até onde podem e querem levar seu futuro e o de sua empresa.
11) Responsabilidade incondicional (protagonismo): diferentemente dos que assumem o papel de vítimas, que vivem culpando a conjuntura e justificam “o que não fazem” com o “que lhes fazem”, os grandes empreendedores atuam como protagonistas e assumem uma responsabilidade incondicional face a seu destino. Sua atitude mais característica é: “Dado o contexto com que me deparo, como devo reagir?”. Isto lhes dá um sentido de compromisso que os torna capazes de superar os obstáculos.

Como se vê desta pequena lista, há muitos desafios para ser “um grande empreendedor”… e ainda mais nos países em desenvolvimento! – conclui o autor.

AS CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER SERVIDOR

O nosso primeiro post do ano é um texto publicado no site Atitude e Negócios sobre a liderança servidora. Vale à pena a leitura.

Saiba quais são as principais características de um líder servidor

Liderança servidora é uma mistura de equilíbrio entre líder e servo. Você não perde qualidades de liderança quando se tornar um líder servidor.

Um líder servidor é aquele que:
Valoriza ideias e opiniões. Um líder servidor valoriza muito as contribuições recebidas e regularmente procura opiniões de seus colegas de trabalho. Estabelece uma cultura de confiança e respeito. Um líder servidor conquista a confiança e o respeito ao seu redor, assim seus subordinados sempre estão altamente comprometidos com o trabalho e satisfeitos com sua liderança.

Promove outros líderes. Replicar novos lideres é tão importante para o líder servidor que quase se torna uma missão de vida. Ensinar os outros a liderar, oferecendo oportunidades para o crescimento e demonstrando pelo seu exemplo. Isso significa que o líder nem sempre é líder, mas em vez disso, desisti da energia de algo para colocar outros para liderar.

Importa-se em ajudar os outros. Ajudar as pessoas com as questões da vida e não apenas a trabalhar questões. É importante oferecer oportunidades de desenvolvimento pessoal para além do trabalho. Vamos dizer que você execute um programa da empresa para perder peso, ou para dar uma aula de etiqueta. Nenhum deles pode ajudar a uma necessidade corporativa imediata, mas cada um pode ser importante.

Incentiva. A principal característica de um líder servidor é encorajamento. E um líder servidor verdadeiro diz: “Vamos fazer” e “não, você vai fazer isso”.

Possui um grande poder persuasão na sua comunicação. Um líder servidor é o oposto de um ditador. É um estilo feito para persuadir, e não comandar.

Pensa em longo prazo. Um líder servidor pensa na próxima geração, no próximo líder, na próxima oportunidade. Isso significa uma troca entre o que é importante hoje e o amanhã, e faz escolhas para beneficiar o futuro.

É totalmente humilde. O líder não usa um título como uma forma de mostrar quem está no comando, não acha que ele é melhor do que todos os outros, e age de uma forma a cuidar dos outros. Ele pode, de fato, pegar o lixo ou limpar uma mesa, porque possui autoconhecimento suficiente sobre sua personalidade e reconhece suas competências.

LINK: http://atitudeenegocios.com/caracteristicas-de-um-lider-servidor/

FELIZ ANO NOVO E BOAS FESTAS!

Um ano é feito não apenas de dias, semanas e meses, mas da colaboração de todos aqueles que estão empenhados no sucesso de uma ideia, de um objetivo, de um negócio. O ano é feito de clientes, colaboradores, empresas e instituições que se dedicam a tornar nosso dia a dia mais simples e, assim, podermos aproveitar de momentos felizes em família, como o Natal e Ano Novo! Nossos mais sinceros votos de Boas Festas e um Próspero Ano Novo.

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